Viver juntos nunca é fácil

Organizar a vida entre pessoas que vêm de diferentes culturas, diferentes origens, diferentes religiões, é um trabalho duro, talvez um dos trabalhos mais difíceis para a humanidade, mas tem de ser feito. Só temos este Mundo e esta é a nossa realidade. 

Brevemente

O meu filho Nicolas converteu-se ao islão

História contada na primeira pessoa de quem fica para trás, sem resposta, sem ajuda, à procura de compreender onde errou e como não percebeu os sinais que levaram à radicalização do seu filho. Dominique Bons, mãe de Nicolas ainda sem todas as respostas criou a associação «Syrien ne bouge agissons» com o objetivo de sensibilizar sobre os riscos da radicalização de jovens e ajudar outras famílias a compreenderem os sinais e os riscos da radicalização.

Sobre a Verdadeira Face do Extremismo

A violência pode parecer um caminho tentador, mas não tem retorno. A violência extremista tem sérias consequências legais e deixa traumas profundos, que incapacitam o indivíduo e colocam em risco a sua vida, inclusive a dos que o rodeiam.

A campanha “A verdadeira face do extremismo” pretende apresentar a realidade da violência extremista com base nos testemunhos de ex-extremistas, das suas famílias e amigos, de forma a desconstruir visões idealistas sobre os perigos reais, nomeadamente sobre as consequências da violência e os traumas psicológicos.

A campanha pretende também deslegitimar o conteúdo e a forma de mensagens relacionadas com a violência extremista, assim como apresentar organizações que possam ajudar as pessoas a abandonar grupos extremistas violentos.

Ajudar o Mundo

A campanha “A verdadeira face do extremismo” pretende deslegitimar o conteúdo e a forma de mensagens relacionadas com a violência extremista com base nos testemunhos de ex- extremistas, das suas famílias e amigos, porém, esta campanha não é apenas uma campanha, mas um movimento social que visa replicar mensagens positivas sobre direitos fundamentais, democracia e a favor de uma sociedade mais aberta. Sob o lema “levantar a voz contra a violência extremista”, todos terão a oportunidade de ter uma participação ativa na nossa campanha.

A questão fundamental deve ser: como é que alguém se pode tornar um ativista para divulgar esta campanha? Possíveis exemplos de ativismo incluem, mas não se limitam, ao envio de narrativas - texto, filme, mídia – desde que relacionadas com os principais tópicos da campanha.